terça-feira, 3 de março de 2015

tudo que pinta
eu paro
tudo que para
pinto

carolina uchôa

quarta-feira, 25 de fevereiro de 2015

o covarde 
sua cova
cava
arde
Somos aprendizes, incompletos.Todo sacrifício ensina. Todo ensino completa.
(Carolina Uchôa)
E eu te canto quantas canções quiseres. Até o mais lindo silêncio.
(Carolina Uchôa)

Tu
ta
tu
eu

tato
teu
nós
deu?
(Carolina Uchôa)
Sendo eu a única a me ser, dou-me o direito de ficar puta, de ficar santa, de ficar muda, de ficar mansa, de ficar nada, de ficar tanta, de ficar rock, de ficar mantra. 
Emoticon smile
(carolina uchoa)
Vou
ando
voando
ando
nadando 
vôo
(Carolina Uchoa)
asas cansadas
de voar sozinhas
ando meio
andorinha
(carolina uchoa)
Ela me fala de coisas que em nada eu concordo, mas de que valem as concordâncias quando só consigo ler seus lábios e o único verbo que me cabe é amar?
Emoticon heart
(Carolina Uchôa)
teço o que sonho destino
meço falas meninas
rezo , descuido, atino
peço nada disso
quase traço aquilo
risco tudo
começo
(Carolina Uchôa)
POEMA AZUL
Roraima e Minas
Casamento cinco estrelas
Sou teu norte
És meu sul
Somos Cruzeiro
Em nome dos nossos pais
Dos nossos filhos
Dos nossos espíritos
Santos (ou não)
Uma dose de mel
Para um brinde etílico
Com a bénção do céu
(Carolina Uchôa) ao amor.
eu nasço no instante improvável
cresço sob olhares distantes
encho de luz os meus passos
nua feito lua
fases faço em minha física 
trago a química do mundo
minguo em fração de segundo
em qualquer rua renasço
(Carolina Uchôa)
Eu gosto mesmo é de viver. É vivendo que eu abraço o mundo.
(Carolina Uchôa)
O sol me beija
Eu pego fogo
(Carolina Uchôa)
Vou de vinho
passo a pássaro
Vôo divino
(Carolina Uchôa)

Na Revista Ilustrada - De Paulo Sallorenzo


No descuido
Cuido
Da minha alma
(Carolina Uchôa)
Queria ter tentáculos gigantescos com ventosas mágicas, capazes de beijar o mundo e espalhar amor verdadeiro - desse que não cabe nos dicionários formais tampouco na informalidade dos homens comuns. Tentáculos pra tentar ensinar a amar profundo. É disso que o mundo precisa. De prós e fundos. Por que de contras e rasos o universo já está cheio.
(Carolina Uchôa)
Ame com paixão. Sem paixão o amor é compaixão; rasura de bem querer.
(Carolina Uchôa)
Não espere colher uvas se você só planta maçãs.
Atenção às sementes.
Carolina Uchoa.
Sem sentido
ter sentido
sem ter
tido
(Carolina Uchoa)

Posso ser - e provavelmente sou -, uma exagerada, mas quem não ama com tudo, não ama nada.
(Carolina Uchôa)
Que horas são minhas no teu tempo a perder?
Serão sereno, pequeno minuto ao menos?
(Carolina Uchôa)

segunda-feira, 23 de fevereiro de 2015

Homem Bomba - culturall - https://luckveloso.wordpress.com/2012/09/07/homem-bomba/

Estamos na era bombástica, ou melhor, fantástica dos avanços tecnológicos, científicos, astronômicos, políticos cujo ritmo acelerado acaba deixando pra trás outros avanços de suma importância para a (boa) vida na terra: Os de aspecto ideológico. Levantando assim, armas letais contra a própria razão de “ser racional”, desconsiderando e ameaçando princípios morais, artes, religiões e sentimentos nobres que permeiam (ou pelo menos deveriam) a natureza humana. Constato uma triste realidade na qual vivemos e seguimos calados, muitas vezes pelo individualismo e falta de interesse por questões alheias, outras – menos comuns – por ignorância e falta de acesso à informação. Logo, o que está claro é que,  a medida que o homem adquire conhecimento, se torna menor seu coração. E sua ideia de coletividade, sociedade, humanidade, se perde nos impulsos materialistas insanos ou na sua equivocada  sensação de superioridade sobre seus semelhantes. Isso por que o “super homem” do século XXI não inventou, ainda, uma máquina de amor, nem uma aula de bons costumes e respeito, nem um aplicativo que estimule o perdão e a generosidade entre os jovens, nem um site de relacionamentos sem “redes’ de intrigas, nem um sistema operacional anticorrupção com detector de má índole.
Em  plena era digital, os massacres e genocídios estão presentes em toda parte, fazendo-nos lembrar os ataques raciais do século passado, conhecido e mencionado nos livros de história como “século do totalitarismo e dos genocídios”, quando em diversos lugares no mundo, muita gente viveu anos de terror em massacres e extermínios cuja principal motivação ideológica era o “racismo”, como se a raça humana não fosse uma só.
Inúmeras tentativas, deliberadas e sistemáticas – sendo perpetradas em diversas partes do mundo e em vários períodos da história, inclusive recente- de exterminar povo inteiro, de apagar seus sinais e raízes culturais, folclóricos, lingüísticos e religiosos. Fica meu desabafo de dor e vergonha, pelo recente genocídio irreparável praticado na aldeia indígena yanomami Irotatheri, localizada nas cabeceiras do Rio Ocamo, na fronteira do Brasil com a Venezuela. O ato vergonhoso e desumano foi praticado no início do mês de julho /2012, onde cerca de 80 índios yanomami foram mortos, provavelmente, por garimpeiros brasileiros. Mais um para a história do povo yanomami, que sofreu em 1993, um ataque – covarde e brutal- parecido, com repercussão internacional – O Massacre de Haximu.
Não posso deixar de falar no sofrimento da Síria, com milhares de pessoas morrendo a cada dia, por interesses políticos e mesquinhos. Neste ponto, definitivamente, não evoluímos. Pelo contrário. Estamos caminhando na contramão do bom senso, da coletividade, do mundo que sonhamos para os nossos filhos, quando não temos a capacidade de dar exemplos práticos e pertencemos a uma sociedade arcaica no que se refere ao bem comum e ao respeito com a dignidade do próximo.
Estamos fabricando homens-bombas e praticando “negocídios”!

Carolina Uchôa para o site Culturall , em 07/09/2012

quarta-feira, 30 de julho de 2014

ando desandando
em maio
desmaiando 
saio
ensaiando
um jeito
desajeito e caio

(Carolina Uchôa)
Dou uma lata de tinta por uma folha do teu pensamento. Aquela folha do vão que me sobra.
(Carolina Uchoa)
A rota do amor me amarrota.

(Carolina Uchôa)

Nas nuvens

Eu não planejo, juro
Eu nave plano 
Sou ave, sem futuro
Suave aeroplano

(Carolina UchÔa)

terça-feira, 15 de julho de 2014

Rio Branco



O rio que corre em minhas veias e que me escorre norte a dentro e a fora centro que me aflui. Eixo que não posso perder. Se é pra jogar algo em suas águas, correntes que me amarram ou tentam quebro. Me jogo, me limpo, me perco e me encontro com meus seres mais vivos vívidos ávidos, ariscos mitos quase lógicos nada dores.

(Carolina Uchôa)

quinta-feira, 22 de maio de 2014

Talvez

Talvez eu tenha 20 anos
Talvez mais 20
Talvez eu seja um aeroplano desnorteado
Talvez eu veja o mundo de lado, subindo e descendo adoidado
Talvez eu beije a minha própria testa
Pensando ser o espelho refletindo a cara de um curumim
O espelho é amigo sincero. O mais sincero de todos.
Talvez seja mistério não conseguir omitir a verdade escancarada na face envelhecida dos outros
Talvez seja adultério mentir o desejo de atrair um império
Talvez eu nem saiba do que penso que sei
E provavelmente não sei
Talvez o saber nem seja sábio
Talvez seja crepúsculo esse minúsculo ser habitando em mim
Quero olhar o sol a se pôr
Antes que seja tarde

(Carolina Uchôa)
Nenhum amigo é tão castigo como tu, Armando. Sei que a  proposta é das boas, mas não era pra teres aceitado, assim, tão de pronto. Ora, ora veja, se fosse o contrário eu talvez nem fosse tão teu amigo, não assim, castigo do teu presente - teu fim. Que fim terei terás teremos os três? Nada de flor dos cactos, que nem desse papo de planta eu gosto. Plantar galho na cabeça alheia é fácil, armando. estou decepcionado comigo contigo conosco. Ela também não será perdoada, jamais. Aliás eu só estou permitindo, querendo e requerendo tal desgraça por pura graça de vê-la rindo feito criança em dia de São Cosme e Damião. A danada gosta. Tu eu não sei, mas aposto. Eu sou um bosta, Armando. Isso vai ter que acabar um dia, viu Armando? Vai, sim. Ah, vai... Acabar comigo.

Carolina Uchôa
vai , meu bem, vem
meu benzinho, vem

vai e vem, vai e vem
ai, ai, ai
eu hein


é assim todo dia
ah, esse teu amor

é tanta covardia
sou homem feito criança
nas tuas mãos alegria
só sei dançar tua dança
pra longe a melancolia
meu Deus, esse meu amor
teu doce de melodia

vai , meu bem, vem
meu benzinho, vem

vai e vem, vai e vem
ai, ai, ai
eu hein

(Carolina Uchôa)



Ata-me em tua tez quando na nudez perfeita te mostras sem pudor e nenhum alvoroço. Engasgo engulo me rasgo e em carne vívida transformo meu ferimento de outrora. Ah, minha bela inestimável senhora, que me venha teu glorioso nirvana pós brasa, chama rasa, inflamável leveza que tanto pesa sobre meu viver sem graça sem ti, já não sei me ser se não te sei minha, amada rainha.

(Carolina Uchôa)

quarta-feira, 21 de maio de 2014





Vou ali morrer, rapidinho. Já volto.


(Carolina Uchôa) sobre suas crises epiléticas.

terça-feira, 13 de maio de 2014

ponto G

Despida me investigo até te achar no ´g´ do meu umbigo.

(Carolina Uchôa)

domingo, 27 de janeiro de 2013

Tragédia em Santa Maria, no RS

A morte assusta. Dá dó. Dá dor. Quando coletiva coleta horror de multidão. Mutila sonhos. Forma rios de lágrimas em mutirão. Muitos irão morrer sem parar de bater. Batidão de morte é sorte do azar. Asas à juventude que lança brasas de alegria. Dança que eu danço. Morre que eu morro. Morro inteiro morre junto. Juntos na pista das pistolas de fogo. Fogo de show pirotécnico. Pira geral: músico, povo, bombeiro. Bomba de asfixia. Fixa o fim. Esvazia a gente de vida. Estamos ocos. Loucos. Poucos. Quase nada, não fossem os restos.

(Carolina Uchôa)

terça-feira, 8 de janeiro de 2013

3.3 4x4.

Hoje estou completando 12.045 dias de vida, aproximadamente, sem precisões de anos bisextos.
Ninguém para pra calcular os dias, né?
Mas diz aí. É assustador, né não?
Uiiiii....
Nem sei se vou postar isso.
Caraca! Sinceramente, como diz minha avó Suely, "Com pureza de minh'alma", não me lembro de quase nada dessa imensidão aí. Aliás, me recuso a aceitar essas contas extravagantes. Por isso sou muito mais as ciências humanas.
Minha gente, mas o que eu lembro, ah... o que eu lembro. Nem queiram saber. Acho que se vocês soubessem, quereriam uma segunda chance pra seguir meus passos. Que delícia de memóiria que eu guardo dos meus 33 anos de vida! Cheguei a conclusão de que minha desmemória seletiva é minha melhor amiga. Sim, parceiraça!
(carolina uchoa)

Irmãos


eu te amo
tu me amas
eles nos amam
nós nos amamentamos
mentalizamo-nos fartos
desse amor laçado
traçado em berço
de sangue forte
sorte de talismãs
imantados
até a morte

sexta-feira, 4 de janeiro de 2013

Saudades de útero, berço, brincadeiras de quintal. Abraço e beijo sem preço.
Saudade dos meus. Amores que não me medem. Para quem sou gigante, linda, brilhante - sempre.
(carolina uchôa)

Silêncio!

Mais importante do que aprender a falar é aprender a praticar o silêncio. E por alguns minutos desapegar da fala, despretender expor-se, desaprender a emissão dos sons, desarticular o pensamento e seus movimentos expressivos. Esvaziar-se de tudo. Contemplar o nada. Exercitar o não exercício. Virar paisagem. Deixar o mundo acontecer.
(carolina uchoa)

quinta-feira, 18 de outubro de 2012

A posse pesa
Na bagagem e na reza
Quanto menos bens materiais acumularmos
Mais dons espirituais haveremos de ter
(carolina uchoa)

paz an passant
já não é mais
passa e
fica
para
trás
(carolina uchoa)
Devemos transformar as faltas, os vazios, as lacunas em telas brancas. Usar os pequenos detalhes como pincéis, as alegrias como tintas, misturar com algumas sombras de dor e pintar, borrar, brincar de artista, colorir a vida. Pintar, nem que seja o sete.
(carolina uchoa)
Veja só, amor
Nada é pó aqui dentro
Pra fora o que nasce é nó
E a flor que despetalou
É broto de pensamento
(carolina uchôa)

terça-feira, 2 de outubro de 2012

O aforismo é o afoitismo de quem pratica arborismo em jardim..

sexta-feira, 28 de setembro de 2012

quem passa o presente
prezando o passado
futuramente

estará preso
no hoje
desprezado
(carolina uchoa)

quinta-feira, 27 de setembro de 2012


Há coisas que me descoisam
Dores que me desdouram
Dou-me pálida.
(carolina uchoa)


quarta-feira, 26 de setembro de 2012

É importante girar fora do eixo, dar reviravoltas na rotina que se instala.
Driblar o óbvio e a própria previsibilidade.
Transformar-se.

quinta-feira, 20 de setembro de 2012

Em homenagem à vovó Júlia

Quando nós, ainda curumins
nos damos conta do que somos
E do que os outros são para nós
Constatamos que tem alguém
que se vem com tudo que tem
Dá-nos, nada menos, que sua trajetória.
E quando esse mesmo alguém se vai
Leva tudo isso e um tanto mais
Leva-nos junto, embora não defunto
Leva consigo a nossa melhor memória
Senhora de todas as outras
A do riso mais bem rido
A dos pés no chão do jardim mais florido
A do choro mais chuvoso
A do pedaço de bolo mais gostoso
A do toque mais zeloso que acalenta e pretege de fantasmas
No tempero jamais tido
que, embora tentemos
Jamais teremos conseguido chegar lá
Quando esse alguém se vai
Leva pra sempre
Toneladas de histórias
Que sobram nostálgicas
Para póstumas palavras como estas surgirem
E não há mais nada que possa ser feito
Nem o bife acebolado
Nem o bolo perfeito
Nem o feijão queimado que dá certo
Nem um canto nosso no seu leito
Nem a gargalhada engraçada que nos faz cócegas
Nem o andar frágil que imprime heroismo
Nem as lentes tiradas do fundo das garrafas do quintal
Postas em armação qualquer
Nem as anáguas pra gente brincar de ser mulher
Nem as pitombas nos alvos lençois do abril esperado
Nem a gentileza ampliada
Apurada e extraída da humildade de toda uma vida
Nem um dia a mais pra falar da importância desse todo poderoso amor que nos fez como somos ou como queremos ser ou como precisamos ser...
Diga o seu amor enquanto há. Não espere deixar de haver.
Eu disse o meu inúmeras vezes
E daria tudo pra dizer mais.
(carolina uchoa)

segunda-feira, 17 de setembro de 2012


Foi-se o tempo em que as corujas reinavam soberanas nas noites mundanas

domingo, 16 de setembro de 2012

bão momento

Não existe
Momento vão
Existe, sim
Momento pão

Ela e eles

Me ensinaram primeiro
A viver o momento
e não os tormentos
A contar os passos dados
e não só os passados
A brindar os louros
e não só os tesouros
A amar as pessoas
E não as coisas
A passar bem pela vida
e não de mal com ela
Café: Misto de prazer e muito prazer.

quinta-feira, 6 de setembro de 2012

Momento são como ventos
Quentes, gelados, brisas, turbulentos
No fim, depende de você fechar a janela ou deixar passar.
(carolina uchoa)

Homem-bomba - Culturall

http://culturall.com.br/2012/09/07/homem-bomba/
Estamos na era bombástica, ou melhor, fantástica dos avanços tecnológicos, científicos, astronômicos, políticos cujo rítmo ultra acelaredo acaba deixando pra trás outros avanços de suma importância para a (boa) vida na terra: Os de aspecto ideológico. Levantando assim, armas letais contra a própria razão de "ser racional", desconsiderando e ameaçando princípios morais, artes, religiões e sentimentos nobres que permeiam (ou pelo menos deveriam) a natureza humana. Constato uma triste realidade na qual vivemos e seguimos calados, muitas vezes pelo individualismo e falta de interesse por questões alheias , outras - menos comuns - por ignorância e falta de acesso à informação. Logo, o que está claro é que,  a medida que o homem adquire conhecimento, se torna menor seu coração. E sua ideia de coletividade, sociedade, humanidade, se perde nos impulsos materialistas insanos ou na sua equivocada  sensação de superioridade sobre seus semelhantes. Isso por que o "super homem" do século XXI não inventou, ainda, uma máquina de amor, nem uma aula de bons costumes e respeito, nem um aplicativo que estimule o perdão e a generosidade entre os jovens, nem um site de relacionamentos sem "redes'de intrigas, nem um sistema operacional anticorrupção com detector de má indole.
Em  plena era digital, os massacres e negocídios estão presentes em toda parte, fazendo-nos lembrar os ataques raciais do século passado, conhecido e mencionado nos livros de história como "século do totalitarismo e dos genocídios", quando em diversos lugares no mundo, muita gente viveu anos de terror em massacres e extermínios cuja principal motivação ideológica era o "racismo", como se a raça humana não fosse uma só.
Inúmeras tentativas, deliberadas e sistemáticas - sendo perpetradas em diversas partes do mundo e em vários períodos da história, inclusive recente- de exterminar povo inteiro, de apagar seus sinais e raízes culturais, folclóricos, lingüísticos e religiosos.
Fica meu desabafo de dor e vergonha, pelo recente genocídio irreparável praticado na aldeia indígena yanomami Irotatheri, localizada nas cabeceiras do Rio Ocamo, na fronteira do Brasil com a Venezuela. O ato vergonhoso e desumano foi praticado no início do mês de julho /2012, onde cerca de 80 índios yanomami foram mortos , provavelmente, por garimpeiros brasileiros. Mais um para a história do povo yanomami, que sofreu em 1993, um ataque - covarde e brutal- parecido, com repercussão internacional - O Massacre de Haximu.
Não posso deixar de falar no sofrimento da Síria, com milhares de pessoas morrendo a cada dia, por interesses políticos e mesquinhos.
Neste ponto, definitivamente, não evoluímos. Pelo contrário. Estamos caminhando na contra-mão do bom senso, da coletividade, do mundo que sonhamos para os nossos filhos, quando não temos a capacidade de dar exemplos práticos e pertencemos a uma sociedade arcáica no que se refere ao bem comum e ao respeito com a dignidade do próximo.

Estamos fabricando homens-bombas e praticando "negocídios"!